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Polícia procura cinzas de Anita Mui, a diva da pop de Hong Kong

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                    Polícia procura cinzas de Anita Mui, a diva da pop de Hong Kong
Polícia procura cinzas de Anita Mui, a diva da pop de Hong Kong (Foto: Reprodução)

A polícia de Hong Kong prometeu "dar seguimento ao caso" do desaparecimento das cinzas de Anita Mui (1963–2003), diva da música pop de Hong Kong, que a família suspeita terem sido roubadas, de acordo com a comunicação social estatal chinesa.

 

Anita Mui Yim-fong, descrita como a "Madona asiática" e também como "Big Sister" ('Irmã Mais Velha') no mundo artístico de Hong Kong, iniciou a carreira em 1968 e, aos cinco anos de idade, já cantava óperas chinesas e canções pop em teatros locais.

"Ainda não foram efetuadas detenções. Continuaremos a manter contacto com o queixoso e as partes relevantes e a tomar as medidas de acompanhamento necessárias", disse a polícia de Hong Kong.

Numa resposta à agência de notícias oficial chinesa China News Service, no domingo, as forças de segurança indicaram que receberam uma denúncia em 18 de julho.

Em julho, um admirador que visitava o túmulo de Anita Mui descobriu que os parafusos da placa que guardava as cinzas se tinham soltado e que "as cinzas não se encontravam no interior", disse o clube de fãs internacional, nas redes sociais, no sábado, dia do aniversário de Mui.

A família da cantora lamentou que a polícia não fez "nenhum progresso" na investigação e disse que o incidente causou "imensa angústia".

O nicho memorial de Anita Mui encontra-se no Pagode Hoi Wu, no Mosteiro Po Lin, na ilha de Lantau.

Não ostenta qualquer fotografia nem nome, mas a placa do nicho indica que se trata do nicho memorial de "Chu Neoi", apelido da família, natural de Taishan, na província de Guangdong, com as datas de nascimento e morte registadas de acordo com o calendário lunar.

"A família de Mui espera que as suas cinzas possam ser recuperadas o mais rapidamente possível, para que ela possa descansar em paz", escreveu a família.

A família apelou ao público que visitou a zona em redor do Pagode Hoi Wu ou do Mosteiro Po Lin entre o início de janeiro e meados de julho e que possa ter testemunhado a presença de indivíduos suspeitos ou de pessoas a transportar o que pareciam ser urnas contendo cinzas, "para que forneça qualquer informação".

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