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Festival de Teatro do Seixal com peças que celebram liberdade e Constituição

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                    Festival de Teatro do Seixal com peças que celebram liberdade e Constituição
Festival de Teatro do Seixal com peças que celebram liberdade e Constituição (Foto: Reprodução)

A 43.ª edição do Festival de Teatro do Seixal decorre de 12 a 22 de novembro com oito peças que convidam à reflexão sobre a fragilidade da liberdade, assinalando o 50.º aniversário da Constituição da República Portuguesa.

 

O festival com entrada gratuita acontece em vários palcos do concelho nomeadamente no Fórum Cultural do Seixal, no Centro Cultural José Saramago, no Cinema S. Vicente, no Auditório José Queluz e, pela primeira vez, em todas as escolas secundárias.

Segundo a Câmara Municipal do Seixal, no distrito de Setúbal, o evento é dedicado à reflexão sobre a fragilidade do valor da liberdade, passada e presente.

Alguns dos espetáculos que decorrem no Fórum Cultural do Seixal têm interpretação para língua gestual portuguesa, audiodescrição e legendas descritivas, com o objetivo de proporcionar o acesso à cultura ao maior número de pessoas.

O festival arranca no auditório do Fórum Cultural do Seixal com "Exercício de montagem. Uma performance que é um filme futuro", uma criação Teatro do Vestido e Tarab, que terá legendagem em português e árabe.

No dia 13 de novembro, sobe ao palco no Auditório José Queluz (Junta de Freguesia de Corroios) "Parede com ouvidos. A censura e tortura no Estado Novo", da Rugas Associação Cultural, com criação, dramaturgia e encenação de Patrícia Cairrão e Ricardo G. Santos.

Já no dia 14 de novembro a Associação Cultural a Caravana Passa apresenta no Cinema S. Vicente "Ano 2200. Uma visão poética e apocalíptica da humanidade", uma criação de Maria de Vasconcelos.

Após o espetáculo, realiza-se uma dinâmica participativa com o público designada "Estendal das Mensagens Futuras", na qual o público é convidado a refletir sobre a seguinte pergunta "Como seria o mundo se deixássemos de ouvir, de sentir e de imaginar?".

No dia 15 de novembro, o Teatro de Ferro apresenta às no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal a peça "Bora lá laborar!", espetáculo com encenação, cenografia e dramaturgia de Igor Gandra que terá interpretação para língua gestual portuguesa, audiodescrição e legendas descritivas.

A 19 de novembro está marcada para o Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal a peça "As telefones", um texto de Djaimilia Pereira de Almeida e encenação de Zia Soares que terá também língua gestual portuguesa e legendas descritivas.

No dia seguinte sobe ao palco, na escola secundária de Amora, a peça "Aurora", do RAIAR – Laboratório Criativo.

O espetáculo com texto e criação de Inês Melo será seguido de conversa com o público.

No dia 21 de novembro o Centro de Apoio ao Movimento Associativo Juvenil (CAMAJ) no Centro Cultural José Saramago, Amora, recebe "O meu problema com o rei Lear" da Causas Comuns, uma criação de Alice Azevedo, Cristina Carvalhal, Sandra Faleiro.

Já no último dia do festival, o Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal recebe "Constituição", com texto e encenação de Isabel Costa, que resulta de uma parceria entre a Fábrica das Artes do CCB e a Assembleia da República.

A este espetáculo, que terá interpretação para Língua Gestual Portuguesa, audiodescrição e legendas descritivas, segue-se uma conversa com o público.

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