27 manifestantes detidos ouvidos em Lisboa: MP propõe suspender processo
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A defesa dos manifestantes detidos na madrugada de domingo, na Acampada de Lisboa, no Rossio, explicou há pouco à comunicação social que o que está em causa é perceber se a ordem de dispersão era legítima e se os arguidos a acataram.
"O que está aqui em causa é apenas a circunstância de não terem obedecido à ordem de dispersão daquela situação em que estavam no Rossio. Não está aqui em causa nenhuma questão que tenha a ver com tendas", começou por clarificar o advogado Ricardo Sá Fernandes.
"O que está aqui em causa é saber se aquela ordem que lhes foi dada era uma ordem legítima [...] e se eles obedeceram ou não obedeceram. Esse é o tema desse processo", insistiu.
O advogado adiantou, aos jornalistas, que o Ministério Público manifestou "toda a compreensão pela luta das pessoas que ali estavam" e "propôs apenas uma suspensão provisória do processo que passe apenas pelo pagamento de uma compensação simbólica - falou-se em 150 euros - para uma instituição de solidariedade social", adiantou. "Não há mais nenhuma conduta que lhes seja imposta.
[Notícia em atualização]